SE A DIRETORIA ESQUECE DO TORCEDOR OS JOGADORES NÃO

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As súplicas do técnico Mano Menezes e do capitão Henrique foram claras.

Tão transparentes quanto uma taça de vinho vazia.

É inadmissível o Cruzeiro não fazer uma promoção para lotar o Mineirão contra a Chapecoense.

O presidente Gilvan, em mais uma entrevista desastrosa nessa semana, lavou as mãos.

Só quer o dinheiro do cruzeirense.

O departamento de marketing continua sabotando o clube.

O vice-presidente, Bruno Vicintin, nessa sexta (14/10), em mais uma tuitada vergonhosa, foi de uma sinceridade que constrangeu todos os cruzeirenses:

img_1355“O programa de sócio é gerido pelo departamento de marketing e não de futebol do clube…”

Se o Cruzeiro ainda, infelizmente, briga para não cair para a vergonhosa segunda divisão, é por incompetência na montagem do time e por pisar em cima de seu MAIOR PATRIMÔNIO: O TORCEDOR.

O cruzeirense.

É um absurdo.

O crime já foi denunciado por Mano e Henrique.

Comissão técnica e jogadores valorizam quem deveria estar em primeiro plano sempre: o cruzeirense.

Situação gravíssima.

Por incompetência ou má-fé de Gilvan, Bruno Vicintin, Thiago Scuro e todo o departamento de marketing, o cruzeirense é maltratado.

Ingressos com preços proibitivos.

Necessário citar a absurda proibição de se estacionar no entorno do Mineirão.

Comidas, bebidas e petiscos pareados com o preço do caviar no estádio.

O cruzeirense está cada vez mais distante do Cruzeiro.

Mais de 70 mil sócios.

Número inflado.

Estatística potencializada para camuflar a incompetência do departamento de marketing.

Até Bruno Vicintin sabe que mais de 70 mil sócios é um número fantasioso.

Resultado de uma gestão desastrosa que acabou antes de terminar.

Cada um quer salvar sua pele.

Gilvan, por vaidade, terminará este mandato do jeito que der.

Vicintim tenta a todo custo seguir na direção, algo impensável para quem confiou num risível método de avaliação por planilha, implantado pelo péssimo Thiago Scuro.

O departamento de marketing parece mais preocupado em mostrar números irreais.

Nem Bruno Vicintin ou Gilvan acreditam nesse fracassado programa, que deveria ser finalizado e renascer com outra metodologia.

Nem mesmo em empresas de pequeno porte essa gestão é aprovada.

Quanto mais no Cruzeiro.

O grito de Mano Menezes e Henrique é legítimo.

Justo.

Reforça para o cruzeirense algo que ele sabe: o time não aceita essa desconexão da diretoria com a torcida.

O Cruzeiro não merece tanto amadorismo.

A torcida não precisa sofrer desse jeito.

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