DA FATALIDADE AO FORTUITO. O QUE MUDOU NO CASO EROS

eros-laudo-destaque-testoRelembrando. Primeiramente, para a delegada da polícia civil, o que aconteceu com Eros dentro do Mineirão, no dia 26/10, teria sido uma fatalidade. Palavra muito mal-empregada. Pois a fatalidade é aquilo que não se consegue evitar. Então, nesta lógica, o entrevero entre seguranças da Prosegur e Eros iria acontecer de qualquer forma, seria uma forma de premeditação?

Passado um  mês, veio o laudo. Antes de falar sobre esse papel, (lembrando aquele ditado, papel aceita tudo) vou procurar especialistas sobre eletricidade, médicos e quantos profissionais forem necessários, para me explicarem e me darem subsídios que comprovem que 220 volts realmente mataram o Eros em um intervalo de tempo de 5 a 10 segundos.

Mas sobre a coletiva da civil para apresentar o tal laudo, eu tenho algumas observações. Segundo o delegado, Luiz Otávio Mattosinhos, foi um acontecimento FORTUITO, “que fogem do controle da vontade humana”. Bom, pelo menos para o cenário que foi criado, empregaram a palavra correta, mas convenhamos, será que a situação apresentada representa a realidade?

O laudo tem inúmeras lacunas e são nessas brechas, que são quase do tamanho das falhas geológicas de San Andreas, que eu vou focar e toda vez que eu conseguir esclarecer, ou provar alguns desses erros fortuitos eu vou expô-los.

Lembrando a todos que agora o inquérito segue para o MP, que aceita ou não o arquivamento do caso. Confio nos nossos promotores, tenho absoluta certeza que eles vão mandar dar continuidade nas investigações, pois são pessoas sérias, comprometidas com a verdade e não com uma realidade fantasiosa.

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