ETERNO JUAN PABLO SORIN

sorin-e1427117363529Quando Sorin jogava no River ele dizia que os jogadores de lá não queriam enfrentar o Cruzeiro, pois se tratava de uma equipe sempre técnica e rápida.  Jogar no Mineirão deixava os argentinos exaustos devido a grama alta e as dimensões do estádio, além da enorme pressão que a apaixonada torcida cruzeirense exercia.

Pouco tempo antes de vir para o Cruzeiro, nosso guerreiro argentino deu uma declaração polêmica. Sorin disse que não tinha vontade de atuar no Brasil. Só que a proposta veio de um clube que Sorin tinha grande admiração, O Cruzeiro o fez rapidamente mudar a sua postura, o respeito a instituição era demais.

Chegou com consciência que estava num gigante, seus primeiros 6 meses foram complicados um pouco de dificuldade na adaptação, mas a partir do início da Copa João havelange, Sorin torna-se o símbolo da raça argentina em campo. Não existia bola perdida,

Aqueles cabelos desgrenhados conquistou a China Azul, era o homem surpresa com ótimo posicionamento, sempre aparecendo na área pra finalizar. Líder nato, o argentino conquistou o torcedor do Cruzeiro, adicionou raça a um time que era conhecido pela técnica e contagiou a torcida e seus companheiros por seu espírito guerreiro.

Na época foi a maior contratação da história do time 5,1 milhões de dólares que valeu cada centavo.

A consagração veio no seu último jogo na sua primeira passagem pelo clube, na final da Copa Sul-Minas
contra o Atlético Paranaense.

Depois de um choque no primeiro tempo o argentino cortou o imagesupercílio e voltou com uma faixa branca na cabeça, o corte dobrou a raça que o argentino colocou em campo, e os Deuses do futebol o homenagearam, proporcionado-lhe a oportunidade de marcar o gol do título e fazer uma das danças mais loucas ja vista no mineirão.

Sorin é estrela que brilha na constelação celeste de ídolos eternos da história do maior de Minas.

Obrigado Sorin.

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